Dias, Pedro HISTÓRIA DA ARTE PORTUGUESA NO MUNDO (1415-1822), 2 vols., Círculo de Leitores, s. l., 1998-9.


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  • Refª.: l-1006365

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Dias, Pedro

HISTÓRIA DA ARTE PORTUGUESA NO MUNDO (1415-1822), 2 vols., Círculo de Leitores, s. l., 1998-9.

In-4º gr., de 551 e 534 pp., p/ cada um dos volumes que foram encadernados uniformemente em sintético azul escuro de editor, c/ dourados simples nas identificações e sobrecapas diferentes e coloridas.  1ª edição.

Apresentam respectivamente os subtítulos: Espaço do Atlântico e Espaço do Índico.  Profusamente ilustrados a cores, tanto no texto como em separado,

“Nos dois volumes da  HISTÓRIA DA ARTE PORTUGUESA NO MUNDO, 1415-1822, um dedicado ao espaço do Atlântico e outro ao espaço do Índico, são estudados os fenómenos artísticos resultantes da gesta dos descobrimentos marítimos e da nossa expansão territorial, na África, na Ásia e nas Américas.

O objecto fundamental deste trabalho é a estética que levámos, para além-mar, para terras habitadas ou desertas, e que, aí, praticámos à nossa usança, como dizia Afonso de Albuquerque, em pé de igualdade com tudo o que resultou da miscigenação da arte europeia  com a arte das gentes com quem convivemos.  Por isso, interessam-nos tanto as igrejas ou palácios que construímos, dentro das fortalezas que por todo o mundo, levantámos, como a produção artística de outros povos que nunca estiveram sob o domínio político-militar português, mas que alteraram a sua arte, como aconteceu no Japão e nas terras do Império Mogol, nos séculos XVI e XVII.

Estudam-se todas as disciplinas artísticas, o urbanismo, a arquitectura, a escultura, a pintura, a ourivesaria, etc., e até o fabrico de objectos do quotidiano, dos tecidos e do mobiliário.  Baseada numa continuada investigação em arquivos nacionais e estrangeiros e na visita sistemática aos locais onde ainda existem obras feitas por portugueses ou por estrangeiros ao serviço de Portugal e do padroado português, este trabalho tem como limites cronológicos os anos de 1415 e 1822.  O primeiro por ser o do início da expansão, com a conquista de Ceuta, e o segundo, o momento da independência do Brasil, numa época em que também as formas de colonização mudavam radicalmente e que é quase coincidente com a extinção das ordens religiosas, facto que desarticulou todos os sistemas de produção artística e  de circulação de obras de arte.”  (> da contracapa).

O historiador de arte Pedro Dias (Antº Pedro Machado Gonçalves Dias, Coimbra, 1950) apresenta o Seminário Maior de Coimbra e a si próprio de caminho; ver:  https://www.youtube.com/watch?v=2LblaZrrR0I 

Estado de conservação: esfoladelas mínimas nas capas e desgaste dos dourados; leves sinais de uso nas extremidades das sobrecapas; manchas de acidez nas ff. de anterosto.

Dim.:  27,5 x 20,5  cm